sexta-feira, abril 25, 2008

Cravos vermelhos de Abril

Faz hoje 34 anos que se escreveu, a meu ver a mais bela página do século XX Português. Sim porque convenhamos que em quase 900 anos de história (1143-2008), o século XX não foi dos melhores.Com excepção de Fátima, a Amália, o Eusébio e da Revolução dos Cravos, o resto foi algo muito fraquinho.
Passando levemente os olhos pela história vemos um rei incompetente e cobarde que tivemos no início do século, seguido de uma 1ª Républica frágil e confusa onde todos queriam mandar. Esta situação foi aproveitada pelos militares que, com sede de poder, tomam conta do país e onde emerge uma figura autoritária e tirana, que governa o país durante décadas e que causou ondas de choque que ainda hoje sentimos. E por último temos a 2ª República que depois de um início muito prometedor (ou não), com figuras políticas verdadeiramente carismáticas e com vontade de executar as enormes tarefas que um fim da ditadura significava, mas que com o passar dos anos foram substituidas por umas figuras amorfas, e incapazes, que parece que ainda aproveitam a ignorância de um povo para fazer e dizer aquilo que lhes dá na real gana.
Sim, evoluimos em 34 anos, o problema é que podiamos ter evoluido muito mais. Mas nem tudo é mau, temos democracia e liberdade para sermos aquilo que quisermos ser e dizer aquilo que queremos dizer, e talvez seja isso que torna o estado actual do país um pouco mais toleravél.
Perceba-se que com isto não estou falar mal do governo, porque até acho que estão a fazer um bom trabalho, com alguns erros certo, mas de um ponto de vista geral um bom trabalho. Falo da classe politica em geral, recheada de incapazes porque os capazes decidiram tomar o lado de fora da barricada, enchendo os bolsos no privado ou enchendo o prestigio na TV. Por isso situações como a actual do PSD me satisfazem. Por favor não me entendam mal, nada de mal desejo ao PSD, ou por outro lado estou muito muito longe de ser militante do partido, só que acho que nada pode representar melhor a democracia do que haver muitos candidatos, todos com ideias diferentes de como as coisas devem ser feitas, combatendo e debatendo por um único lugar. É assim que se escolhem os mais fortes, selecção natural, e se há sítio onde queremos ter mesmo os mais fortes é na politica e nas pessoas que vão tomar as decisões de relevo para o nosso país. Assim se constroiem democracias fortes e consequentemente países fortes (vejam o exemplo dos EUA). Melhores politicos são necessários, é preciso alguém que pelo menos num dia como o de hoje vá para a assembleia da República e não fale do trabalho do governo. Políticos que não aproveitem o tema do 25 de Abril para dizer que liberdade é demografia, tratados de Lisboa, histórias sobre returnados, urgências a fechar, e quem diria para a bancada do PSD acha que o estado económico do país é a liberdade que o 25 de Abril representa!
Precisamos de alguém que veja o óbvio, que diga que a liberdade é...liberdade. Nada menos que isso, nada mais que isso. Que agradeça aos capitães de Abril (como ainda ouvi alguém da bancada do PS dizer), que fale do Zeca Afonso, que fale das lutas pré-revolução, das manifestações estudantis, dos exílios, dos presos politicos, e que por último veja a beleza da nossa revolução. Sim, porque a ditadura foi deposta sem ser disparado um único tiro, houve cravos nos barris das armas, houve alegria, houve fratenidade, houve amor. Foi provavelmente a mais bela revolução que alguma vez se deu em todo o mundo, e a coisa mais civilizada que jamais aconteceu em Portugal.
E mais importante, é que o povo se lembre da liberdade que tem, de todos as possibilades que tem, de todas as coisas que podem fazer agora, no fundo que dêem o valor à Revolução de Abril, e não tomem as coisas como certas agradecendo e lembrando quem lutou para que hoje possamos fazer estas coisas. é o mínimo que podemos fazer.
Um muito sentido Valete Frates para vocês todos, meus irmãos...

quinta-feira, abril 24, 2008

Portugal, Futebol, Bob Dylan...Galp !?

Eu adoro futebol, eu adoro Portugal, eu adoro Bob Dylan, quanto à Galp e à sua publicidade (salvo a menina do gás) a minha opinião muda um bocado. Digo isto pois pegou em todas as coisas que adoro e transformou neste anúncio. Deixo aqui o vídeo para tirarem as vossas próprias elações sobre o anúncio em questão. Não quero influenciar a vossa opinião com a minha retórica.

Valete Frates

terça-feira, abril 22, 2008

Gucci by Gucci by David Lynch

Em mais um momento consumista, coloco um anúncio realizado pelo muito querido David Lynch. A música é dos também adorados Blondie. Quanto ao perfume...bem...isso não interessa muito pois não?

Valate Frates

sábado, abril 19, 2008

OZ - Augustus - Parte III (Morte)

Um dos momentos mais trágicos da série. Perdeu-se o único prisioneiro pelo qual toda a gente nutria respeito, por ser única e exclusivamente ele mesmo.
Valete Frates

OZ - Augustus - Parte II (História de Orféu)

Sempre foi uma história que gostei muito a de Orféu. A primeira vez que me lembro de a ouvir completa foi ligada a Miguel Torga, o Orféu rebelde. Portanto fica aqui o final da histótia contada por Augustus com alguns pormenores e ligações.


Valete Frates

quarta-feira, abril 16, 2008

Foto #5

Soldado Alemão da 2ª Guerra Mundial

"I don't have to sell my soul
He's already in me
I don't need to sell my soul
He's already in me
I wanna be adored
I wanna be adored"

Stone Roses - I Wanna be adored

Valete Frates

terça-feira, abril 15, 2008

OZ - Augustus - Parte I

Agora toma o lugar Augustus Hill, o "narrador" da série. Com os seus pequenos espaços por entre cada episódio, conseguia, expôr os factos, fazer crítica social, narrar o episódio e no fim ainda conseguia pôr o espectador a pensar.
Fazia tudo isto através de momentos da história, uma lógica simplista e uma linguagem fácil. A série merece ser vista só para ver aquilo que ele tem para dizer, e o vídeo que vou colocar é uma pequeníssima amostra (como para todas as outras personagens) da sua complexidade.
Neste vídeo vemos uma das suas teorias sobre Deus.


Valete Frates

domingo, abril 13, 2008

OZ - Adebisi - Parte III (A redenção)

Para finalizar esta pequeníssma amostra da personagem Adebisi, mostro o momento da sua redenção. O momento em que ele mostra o seu lado humano e muda para sempre a sua forma de ver as coisas. Finalmente obtém algumas respostas; compreende quem é e de onde vem...só lhe falta saber para onde vai.


Valete Frates

OZ - Adebisi - Parte II (O lado humano)

Adebisi descobre um lado humano através do passado africano.

Valete Frates

Arte e a Vida (Parte 2)

Ontem de tarde deixei um texto, explicando a minha falta de inspiração para escrever neste blog. Passadas umas escassas horas não consigo parar. Coisa estranha a inspiração não?
O texto que deixei anteriormente relacionado com este tema deve-se à noite que tive hoje. Lembro-me de alguns tempos ter dito que não falaria mais de merdices e coisas relacionadas com pormenores da minha vida pessoal. Todavia penso que devo criar uma excepção agora para que possam ver a forma como vi a minha noite.

Hoje, senti-me verdadeiramente como uma personagem qualquer de um livro, no qual tudo é detalhado e tudo é vivido intensamente e de uma forma bela. Esta noite posso dizer que a minha vida imitou a arte. Imitou a literatura.
Primeiro compreendi finalmente que as únicas pessoas que conseguem perceber e entusiasmar-se com as ideias que eu tenho sobre a vida e o mundo residem no mesmo apartamento que eu. Estas pessoas são os meus pais, que são dotados de uma sabedoria e de uma capacidade superior à de todos os meus amigos juntos. Compreendem o mundo, e os seus truques como ninguém. São as pessoas mais estimulantes que eu conheço. Fica-se com uma sensação de parvoíce quando se encontra aquilo que queremos tão perto, depois de ter percorrido tantos caminhos e só ter encontrado becos sem saída.
Depois de a conversa se ter prolongado por algumas horas, fui-me encontrar com uma das minhas pessoas favoritas. Todas as suas conversas me interessam. Quando não é por aquilo que ela diz, é pela forma como ela diz, é pela forma que sorri quando diz, que me deixam imensamente feliz. Que pessoa tão alegre e atenta. A própria fisionomia dela me faz lembrar Celine, personagem de outras histórias... Ela é a coisa que mais me arrependo de nunca ter concretizado, não comprendo como duas conseguiram ter tanta empatia mutuamente e nunca terem manifestado no tempo certo...Jogos de Fado. Embora não compreendendo a nossa situação actual, aceito-a, respeito-a, e lido com ela, pois se é só isto que ela pode ser para mim então que seja. Não me interessa que outros tenham o seu coração, o seu corpo ou o seu espirito; eu já me contento com um pouquinho da sua mente, desde que ela continue a sorrir, mantendo-me assim feliz sempre que a vejo. E foi nisto que pensei em quase todos os momentos em que ela me contava histórias de rir, sem sequer imaginar no que estava eu a pensar.
Depois de ela ter partido, fui procurar amigos para conviver um bocado. Sorte a minha não os encontrei, pois aí tomei a melhor decisão da noite...Fui passear pela minha pequena cidade com uma boa proporção urbana. E como a noite a torna bonita.
Passear pela calçada molhada, vendo as folhas primaveris viçosas; procurando pequenos becos escondidos e encontrando verdadeiros matos urbanos, passando pelas ruas antigas, tomando o meu tempo, com calma, desfrutando. Encontrando a vida da noite urbana e alguns passos mais à frente dar de caras com um silêncio ancestral. Vi montras de lojas bizarras, vi sombras esquisitas, mas sempre sem medo, a cidade protegia-me. Arrepiei-me em frente a igrejas e admirei estátuas de Santos e jardins. Senti o aroma fresco das japoneiras húmidas e o cheiro a cigarrilhas vindas dos homens que estavam nos cafés entreabertos. Enquanto bailava com o meu guarda-chuva juro que ouvi guitarras naquelas casas em que não vive ninguém. Passei pela opulência de certas residências citadinas e pelo pedinchar dos pobres de espírito. Quando voltava passei pelas forças da ordem que mantinham a segurança à entrada desta minha cidade, que visitei em apenas 45 minutos e com a qual fiquei impressionado.
Quando cheguei a casa ainda excitado por tudo o que tinha visto e sentido nesta noite, senti o cheiro romântico das rosas que a minha mãe tinha colocado de tarde num jarro da nossa sala.
Inspirado por isto tudo decidi escrever aquilo que estão a ler agora, desfrutando um chocolate e ouvindo as magníficas composições de Jean Michelle Jarre tiradas de Oxygene, seguidas pelas baladas blues da Nina Simone.
E o mais impressionante, é que tudo isto e mais alguma coisa foi verdade. Não foi tirado da minha imaginação, embora a mim me pareça que possa ter sido tirado de um livro.
Por isso estou contente e inspirado. A minha vida, nem que seja por uma noite, imitou deveras a arte, mostrando alegrias, desilusões, políticas, ideologias, diferenças, essências, visões, sabores, etc. Esta noite vi-me um artista e sei que ninguém me pode tirar isso.
Agora vou dormir para sonhar com aquilo que vivi.

Valete Frates

OZ - Adebisi - Parte I (Apresentando Adebisi)

O "África", o rei da violência, o maior cérebro criminal da série.

Valete Frates

Arte e a Vida (Parte 1)

(Ikebana)
A arte e a vida na minha opinião são dois conceitos que se fundem e confundem com uma enorme facilidade. Antigamente, por épocas bem dispersas da humanidade, como nos tempos da Grécia antiga, passando pelo Renascimentoe até mesmo os anos de ouro de Hollywood, entre outros; dizia-se uma coisa em comum: a vida devia imitar a arte.
Ora nos últimos anos este lindíssimo e maravilhoso conceito foi-se perdendo, e os papeis inverteram-se. Hoje a arte imita a vida, hoje a "arte" é a vida. Para termos exemplos disso basta ligarmos a TV cheia de TV Realidade, ou irmos ao cinema para ver o último filme da Soraia Chaves, ou mesmo ir até a um café para ouvirmos música que é igual aquele som que fazemos quando estamos doentes da barriga.
Felizmente ainda há verdadeira arte, infelizmente não está ao alcance de todos, quer financeiramente, quer intelectualmente. Ambos os casos devemos culpar o governo, porque em primeiro lugar coloca impostos elevados na arte "imediata" e de fácil acesso (livros, filmes, música); e em segundo lugar e numa altura em que tanto se discute da "falta de educação" dos alunos portugueses (eu pelo menos acho estúpido só terem reparado numa coisa como o "Carolina Micaelis", 15 anos ou mais depois desse tipo de situações e ainda piores terem começado a acontecer), é triste ver que ainda não temos qualquer tipo de verdadeira formação artística no ensino obrigatório. Sim porque os miúdos as únicas coisas que aprendem é a fazer barulho com as flautas nas aulas de "Música" e a pintar dentro dos quadradinhos nas aulas de "Educação Visual", o mesmo se aplica nas aulas de Educação Física, mas isso é uma luta para outros dias...
Não seria bom tornar essas duas disciplinas artísticas em algo de concreto?
Ensinar aos miúdos um pouco da história da música? Desde os homens primitivos aos Beatles. Ensinar, mas ensinar de verdade a tocar um instrumento? Cada um escolheria o seu predilecto.
Ensinar a história da arte visual passando por todas as suas ramificações, pintura, escultura, cinema, fotografia....?
Ensinar as crianças a expressar coisas que sentem, para as quais ainda não conhecem ou não existem palavras que consigam descrever?
E, mais importante que tudo ensinar as jovens mentes da amanhã a apreciar arte?
Já me acusaram de ser demasiado utópico, de sonhar com sociedades perfeitas e de estar desligado do que é a realidade. Mas onde está a utopia de querer tirar a estupidez e a ignorância do futuro do nosso país? De querer, que as pessoas ambicionem mais que a existência, querer que eles desejem a vida ou até a imortalidade? Como queremos ter génios, se não os criamos? Se não for mais nada uma coisa garanto, pelo menos os casos de indisciplina iriam diminuir, porque os jovens em vez de estarem a fazer o que não devem, estariam a fazer algo de construtivo.
Mais uma vez digo, arte e a vida são conceitos semelhantes, sinónimos. Para alguém poder afirmar que vive tem que admirar um pouco a arte mesmo que não a perceba na sua totalidade. Vou ser sincero com quem quer que um dia vá ler este texto. Fora falsas humildades, sinto ao escrever estas palavras que estou a escrever uma das melhores páginas deste blog. Isso enche-me de um grande orgulho, e de uma tristeza ainda maior, pois sei que quem ler isto, quer goste ou não, vai cair na mesma indiferência que tinha antes de começar a ler. Todavia se conseguir que alguém, nem que seja uma única pessoa, consiga despertar para uma nova forma de ver a vida, por favor, partilhe este texto e deixe-me um comentário, pois nada pode insuflar-me mais com alegria e esperança do que tal simples mensagem.
Por último gostaria de partilhar convosco umas frases, da série de Anime Trigun, que lá por ser desenhos animados isso não significa que não tenham um excelente conteúdo:
"Ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém. Pois ao tirar-lhe a vida está-lhe a tirar o Futuro..."
Não me querendo alongar mais e correndo o risco de me tornar repetitivo. A vida é a arte e a arte é a vida.

Valete Frates

sábado, abril 12, 2008

OZ - Motim

Não ando com muita vondate de escrever como já devem ter reparado. Não é necessariamente por perguiça, ando só a assimilar algumas ideias.
Sendo assim acho que é uma boa altura para partilhar alguns vídeos de uma das minhas séries favoritas, OZ. Histórias sobre a prisão, a vida, a morte, o amor, a tristeza e de quase todas as sensações que um ser humano pode ter.
Vou colocar aqui os vídeos de algumas personagens das quais gostei mais. Os vídeos às vezes podem parecer um bocado fora de contexto mas onde a ideia principal deve dar para compreender. Havendo dúvidas podem sempre ver a série que ainda está a passar na SIC Radical, ou perguntar.

Valete Frates

quarta-feira, abril 09, 2008

Foto #4


"Julia, Julia, oceanchild, calls me
So I sing a song of love, Julia
Julia, seashell eyes, windy smile, calls me
So I sing a song of love, Julia..."

The Beatles - Julia

Tributo a uma das melhores séries de sempre, e tributo especial a uma das suas personagens mais misteriosas (e todas elas são um pouco), Julia.

Valete Fartes,
See you Space Cowboy...


sábado, março 29, 2008

Nina Simone - Just in Time

Para pôr um ponto final neste acesso de loucura que os dois filmes me deram esta semana (Antes do Amanhecer e Antes do Anoitecer), vou postar a voz da cena final do segundo filme. A voz de Nina Simone. Penso que dispensa introduções.

"-Baby, you're gonna loose that plain...
-I know..."

Valete Frates

sexta-feira, março 28, 2008

Vídeo do mês

Excepcionalmente vou colocar um vídeo aqui para complementar a letra do texto anterior. Isto deve-se ao facto de haver momentos que valem mais do que dias.

Celine - A Waltz for a Night

Valete Frates

quinta-feira, março 27, 2008

Música do mês

Esta devia ser a música de muitos meses, pois esperei algum tempo até poder ouvir esta bela música.
Há filmes, e depois há grandes filmes. Dos melhores de sempre, os melhores de sempre. Antes do Amanhecer é o melhor filme romântico de sempre. Porquê?
Porque é sincero, inteligente, bem-humorado, sonhador, tem toneladas de química as personagens principais, paisagens lindíssimas e mais importante que tudo, não é lamechas...
Recentemente via a sua sequela, Antes do Anoitecer, que é mais da mesma impressionante qualidade que tive oportunidade de ver no primeiro filme.
Sinceramente se se consideram românticos e nunca viram estes dois filmes, estão a perder uma grande parte da vossa vida.
Anteriormente quando falei do primeiro filme deixei um poema, desta vez deixo uma música da Julie Delpy (Celine), escrita pela própria. A letra é bonita, mas quando virem os filmes vai tomar um significado ainda maior para vocês.

A Waltz For a Night - Julie Delpy

Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz
About this one night stand

You were for me that night
Everything I always dreamt of in life
But now you're gone
You are far gone
All the way to your island of rain

It was for you just a one night thing
But you were much more to me
Just so you know

I hear rumors about you
About all the bad things you do
But when we were together alone
You didn't seem like a player at all

I don't care what they say
I know what you meant for me that day
I just wanted another try
I just wanted another night
Even if it doesn't seem quite right
You meant for me much more
Than anyone I've met before

One single night with you little Jesse
Is worth a thousand with anybody

I have no bitterness, my sweet
I'll never forget this one night thing
Even tomorrow, another arms
My heart will stay yours until I die

Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my blues
Let me sing you a waltz
About this lovely one night stand

Valete Frates

quarta-feira, março 26, 2008

David Bowie - China Girl

Em minha opinião, a música Pop pode-se resumir assim: há o David Bowie, e depois há tudo o resto.
Com isso em mente, assim como a recente invasão chinesa a Portugal, resolvi colocar aqui este vídeo. Espero que consigam agora olhar com menos desconfiança para a menina que traz o porco doce.



Valete Frates

sábado, março 22, 2008

Oração da Paz

Esta quadra pascal está mexer um bocado comigo. Está-me a fazer pensar bastante na religião, na fé e nos valores morais que a minha religião, o Catolicismo, me ensinou. Portanto gostava de partilhar com vocês uma das minhas orações favoritas. Acho muito interessante a forma como alguém pode rejeitar o seu egoísmo e pede a Deus forças para poder ajudar os outros.

Oração da Paz

Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

Valete Frates e façam desta Páscoa algo mais do que comer.

quarta-feira, março 19, 2008

Cat Power - Sea of Love/Lived in bars

Depois de à algum tempo ter colocado aqui a letra desta música, coloco agora uma versão da Madame do momento da Folk-Rock, Cat Power.
Esta versão foi aproveitada de The Covers Album para a banda sonora do filme Juno que recentemente ganhou um Oscar. Espero que gostem.


Num tom mais alegre, e vendo a menina em um momento mais feliz fica também o vídeo Lived in Bars.

Valete Frates

P.S.: Ela vem cá para os fins de Maio, ao Porto e a Lisboa se alguém tiver interessado.